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A História Kreuzianer, conforme a Universidade de KreuzStadt, é dividida em 2 periódos:
Era Modelista
Era Derivatista
E em 4 subperiódos:
1° Reich (1° de Novembro de 2025 a 30 de Janeiro de 2026)
Ditadura Militar (30 de Dezembro de 2026 a 8 de Janeiro de 2026)
2° Reich (8 de Janeiro de 2026-presente)
Em demais épocas.
Era Derivatista
Há mais de dois mil anos, diversos povos tribais organizaram-se nas regiões nórdicas da Europa Setentrional e Central, constituindo os primeiros povos germânicos. Entre esses agrupamentos ancestrais, alguns são apontados por registros históricos como possíveis antepassados do atual Kaiser Gregor I, soberano do KreuzReich.
Durante os primórdios do Império Romano, esses povos germânicos passaram a estruturar-se de maneira mais coesa, ocupando uma vasta região que os romanos denominaram Magna Germania.
No decorrer do século III d.C., o Império Romano enfrentou profundas crises de natureza econômica, militar, política e social. A estagnação das conquistas territoriais reduziu o fluxo de escravos, enquanto as fronteiras tornaram-se progressivamente vulneráveis. Simultaneamente, a instabilidade política e o processo de ruralização contribuíram para o enfraquecimento da estrutura imperial. Nesse contexto, surgiram os sistemas de colonato e as primeiras formas de organização feudal.
A partir do século IV d.C., com o agravamento dessas fragilidades e a divisão do Império Romano em Ocidental e Oriental, no ano de 395 d.C., intensificaram-se as incursões germânicas nas fronteiras do Ocidente. Povos como visigodos, ostrogodos, francos, anglos, saxões, suevos, vândalos, lombardos, hérulos e esciros, entre outros, protagonizaram movimentos migratórios e invasões que se estenderam por séculos.
Esse processo culminou na deposição do último imperador romano do Ocidente, Rômulo Augusto, no ano de 476 d.C., pelo líder germânico Odoacro, evento que simboliza o fim da Antiguidade Clássica e a transição para a Idade Média.
Posteriormente, com a ocupação da Península Ibérica por povos germânicos — notadamente suevos, visigodos e vândalos — e a subsequente invasão muçulmana, iniciou-se o longo período da Reconquista Cristã. Com o tempo, formou-se o Reino de Portugal, cuja população, em parte descendente desses povos germânicos, compõe aproximadamente metade da ancestralidade genealógica atribuída ao Kaiser Gregor I.
A outra metade dessa linhagem está associada a povos como lombardos, hérulos e esciros, que, após a queda de Roma, estabeleceram domínio na Península Itálica. Com o passar dos séculos, especialmente durante os grandes fluxos migratórios dos séculos XVIII e XIX, descendentes desses grupos chegaram ao Brasil, contribuindo para a formação da atual composição genealógica majoritária do Império.
O nascimento derivatista do império, e suas origens mais recentes
O império foi sucessor do antigo Condado von Kreuz, criado logo após a criação da Casa von Kreuz (2009), porém, o condado não era uma micronação, muito menos um microestado, era uma "proto-micronação" que não era reconhecida como uma micronação nem pelo seu próprio conde. Porém, com a expansão do condado, e o nacionalismo crescente; em 2025, os reinos locais, principados, etc, assinaram a constituição física, e se uniram ao Império, oficializando o Império Kreuzianer.
Pouco tempo antes do 1° de Novembro (fundação), o Condado se tornou o "Reino da Prússia Kreuzianer", ou, "Reino Kreuzianer", porém, tal micronação durou pouquíssimo tempo.
O 1° Império
O Império Kreuzianer, ainda na época modelista, foi criado após as modelistas Guerras de Independência e Unificação - de acordo com a História modelista, o Império foi criado no dia 1° de Novembro de 2026 em KreuzStadt, na 1ª Sessão do Reichsrat (Conselho Imperial), com os líderes da frente de independência elegendo Gregor I como Imperador, e assinando a Constituição Imperial de 2025.
O Império Kreuzianer, até 8 de Abril, era uma micronação modelista, uma micronação, que com pouquíssimo tempo se envolveu em várias guerras, algumas unilaterais, outras bilaterais, porém, depois de 31 de Dezembro de 2025, o Império Kreuzianer adotou uma política de paz e intermediação de guerras, evitando ao máximo repetir o passado de guerras. Essa política se iniciou durante o fim da Ditadura Militar, uma vez que esse formato temporário de governo se mostrou ineficiente, e culminou no Decreto Imperial n°014 de 08 de Fevereiro de 2026 - Que reestabeleceu o Parlamento Imperial e a Monarquia Absolutista.
A Ditadura, nasceu pelo início da 2ª Guerra Turkelandesa, que foi uma guerra modelista de execução rápida, na região Austrália.
O início do 2° Império
Iniciou-se logo após o Decreto Imperial n°014/2026, que reestabeleceu o Parlamento e a Monarquia Absolutista, com foco na economia, e na paz.
Não há registros da data exacta onde os partidos políticos foram extintos no KreuzReich, porém, essa época curiosamente foi antes do fim da Era Modelista, e após a Ditadura Militar. O Extremismo crescia nos partidos, que cada vez haviam mais seguidores, por isso, o autoritarismo por parte da Coroa cresceu - para proteger a micronação de ameaças partidárias. Se destaca, os extremistas partidos Trabalhistas e Ultranacionalistas, que foram os primeiros a serem banidos e proibidos a força pela coroa.
Na época, o Império não havia uma lei que regulamentava os partidos políticos, portanto, no fim dessa época, foi criada e sancionada pela Coroa a Lei Partidária, para regulamentar temporariamente os partidos, suas criações, o Tribunal Eleitoral e outras providências.
Após o fim da ditadura militar, o modelismo no Império já era algo que só existia no território; e o Absolutismo era apenas o Sistema de Governo de jure, uma vez que, de facto era o Semi-Constitucionalismo.
O Imperador Kreuzianer, Gregor I, tinha quase explícito que apoiava o semi-constitucionalismo e o derivatismo, portanto, em 8 de Abril, foi sancionado um decreto que aboliu o modelismo como vertente micropatriológica oficial da micronação. E o Semi-Constitucionalismo foi adotado de facto e de jure pela Reforma Constitucional de 2026.
Desde sua fundação em 1º de novembro de 2025, o KreuzReich consolidou-se como uma entidade política ativa no cenário micronacional, marcada por rápida expansão modelista, intensa atividade militar e diplomacia. Em 8 de Abril de 2026, o Império inicia um novo capítulo de sua história, orientando-se por princípios derivatistas e pela continuidade de sua construção nacional. O Império aboliu todos seus territórios modelistas na Europa Central, e assim, foi sancionado o Decreto Nr.022 de 8 de Abril de 2026, que anexou certos territórios e aboliu o modelismo como vertente micropatriológica.
A Expansão Derivatista
Após a proclamação do derivatismo, houve um sentimento por parte de membros do Kronrat, que o Império Kreuzianer perdeu bastante prestígio - com o fim do modelismo na Micronação. Porém, o Império, nos poucos dias de derivatismo, iniciou uma rápida expansão territorial, anexando terras voluntariamente presenteadas a Coroa, de membros da Casa Imperial (ou membros de Famílias extremamente próximas) e adquirindo terras em locais remotos à capital.
A União Pessoal de 2026
É registrado no Cartório e Carta Constitucional do Principado das Highlands, que, no mês de dezembro de 2026 foi firmado um Acordo de União Pessoal entre a recém-criada Coroa Principesca das Highlands, na qual o Imperador Kreuzianer, se tornou Príncipe desse território. O que fortaleceu a diplomacia entre o Principado, e o Império. Levando subsequentemente, aos Atos de União de 2026.
Os Atos de União de 2026
No dia 1° de maio de 2026, o Imperador Kreuzianer assinou os Atos de União de 2026, junto do Lorde Primeiro-Ministro das Highlands, assim integrando o Principado a União Imperial, os artigos e cláusulas do tratado, estabeleceram que o Principado das Highlands se tornara um Estado Principesco Autônomo dentro da estrutura kreuzianer.
Após a união, o Parlamento das Highlands, na sua primeira deliberação e votação dentro da união, oficializou o "Dia da União", na data de 1° de maio; curiosamente, o dia dos nossos atos de união, foi justamente o dia na qual se comemorou 319 anos dos Union Acts de 1707, entre o Reino da Inglaterra e o Reino da Escócia macronacionais.
(1° de Novembro de 2025 - 8 de Abril de 2026)
As unificações alemãs de 1871 e de 1990, embora historicamente significativas, não abrangeram a totalidade dos povos germânicos. Regiões como a Áustria, partes da Suíça, territórios da França Oriental e áreas da Europa Central permaneceram fora desse processo, alimentando, ao longo do tempo, um sentimento nacionalista latente.
Nesse contexto, em 6 de maio de 2025, foi fundada em Zurique uma organização liderada pelo Kaiser Gregor I, com o objetivo de promover a unificação dos povos germânicos sob uma única coroa. O movimento ganhou força progressivamente, influenciando regiões da Suíça, sul da Alemanha e Áustria.
Em 16 de outubro de 2025, manifestações eclodiram nesses territórios, intensificando-se nos dias seguintes. Em 31 de outubro, a cidade de Zurique declarou independência, desencadeando a Guerra de Independência Kreuzianer-Germânica.
No dia 1º de novembro de 2025, o Conselho Central Germânico proclamou oficialmente a fundação do KreuzReich, unificando as diversas frentes insurgentes sob uma única autoridade imperial.
A coroação do Kaiser Gregor I ocorreu no Reichsrat, com a presença de líderes políticos e militares das regiões envolvidas. A legitimidade do novo Estado foi consolidada pela assinatura da Constituição Imperial, reconhecida pelos derrotados como instrumento definitivo de soberania.
Após sua fundação, o KreuzReich iniciou uma fase de expansão territorial acelerada, adotando estratégias militares de alta mobilidade. Em poucos dias, estabeleceu presença em diversas regiões do globo micronacional, consolidando um vasto domínio.
Destaca-se a Guerra Egípcio-Kreuzianer (13–14 de novembro de 2025), que resultou na conquista de extensas áreas do norte da África, bem como conflitos subsequentes no Oriente Médio, caracterizados por operações militares de grande escala.
Além disso, enfrentou rebeliões coloniais e ataques piratas em territórios ultramarinos, conseguindo estabilizar suas possessões por meio de intervenção militar direta.
Em 20 de novembro de 2025, foi declarada a Primeira Cruzada Germânica, com o objetivo de retomar territórios historicamente associados aos povos germânicos. A campanha resultou na rápida derrota da França e na anexação de regiões estratégicas. Uma guerra declarada unilateral.
O KreuzReich também desempenhou papel central em conflitos diplomáticos de grande escala, notadamente na crise que envolveu a Nova República de One Piece, a República da Papua Ocidental e a União dos Estados do Arquipélago.
Diante da iminência de um conflito de proporções catastróficas, o Kaiser Gregor I propôs a III Arbitragem de Viena, realizada no Palácio Belvedere. A mediação resultou na desescalada da crise e na assinatura das Leis de Viena, estabelecendo fundamentos para o direito intermicronacional.
Como foi dito acima, essa "História Modelista do Império Kreuzianer" é considerada, atualmente, uma História modelista, contendo guerras unilaterais e conflitos modelistas.